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               SINAIS DOS TEMPOS 

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01 – A Natureza de Cristo: I João 4:2

As Sagradas Letras nos revelam Jesus desde as suas primeiras páginas até a última linha! Sabemos que tudo se fez pela Palavra (João 1:1-3, 14: Col 1:16). E, no Velho Testamento, a presença de Jesus é significativa: Na criação foi Ele o Agente Criador (a Palavra – Sal 33:6, 9; Heb 11:3). E, desde então tem sido Jesus presente entre os homens... Esteve falando com Abraão pessoalmente (Gên 18, 19, 22, 32, etc) anunciando o nascimento de Isaque, confortando Agar e mais tarde lutando com Jacó. E, foi o DEUS do Êxodo, tão bem iluminado por Paulo (I Cor 10:1-4).

Mesmo presente, sempre que necessário, inspirou homens, através de Seu Santo espírito a escreverem as Sagradas Escrituras, não nos deixando sem aio e se isto não bastasse, abriu mão de TODA a Sua divindade e veio Habitar entre nós. Sobre este fato o livro de Hebreus revela: Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho... Heb 1:1-2.

Mas, realmente conhecemos este Jesus? Este estudo tem como único objetivo nos mostrar a Verdadeira Natureza dEste que se propôs a morrer em meu lugar para que assim, um dia, pudesse contemplá-Lo face a face...

 

Antes de tudo devemos estar cientes que VERDADEIRAMENTE Ele é o Filho (gerado) de DEUS. O livro de provérbios comprova esta afirmação quando vemos o próprio Jesus falando sobre o Seu nascimento. Veja: O Senhor me criou como a primeira das suas obras, o princípio dos seus feitos mais antigos. Desde a eternidade fui constituída, desde o princípio, antes de existir a terra. Antes de haver abismos, fui gerada, e antes ainda de haver fontes cheias d'água. Antes que os montes fossem firmados, antes dos outeiros eu nasci, quando ele ainda não tinha feito a terra com seus campos, nem sequer o princípio do pó do mundo. Quando ele preparava os céus, aí estava eu; quando traçava um círculo sobre a face do abismo, quando estabelecia o firmamento em cima, quando se firmavam as fontes do abismo, quando ele fixava ao mar o seu termo, para que as águas não traspassassem o seu mando, quando traçava os fundamentos da terra, então eu estava ao seu lado como arquiteto; e era cada dia as suas delícias, alegrando-me perante ele em todo o tempo... Prov 8:22-30.

 

Perceba que a primeira de suas obras foi a criação do tempo com o único objetivo de delimitar o pecado, isto é: não permitir, em Sua onisciência, que o pecado se perpetuasse por toda a eternidade. Foi por isto que Adão e Eva foram tirados da presença da Árvore da Vida (Gên 3:22, 24) e este fator tempo, criado por Ele é que o torna Eterno, junto ao Pai, pois foi gerado antes que existisse tempo! E como o auge de Toda a Sua criação nos criou, compartilhando conosco o Seu Santo espírito (Gên 2:7).

 

Isto faz de Jesus, DEUS pois tinha vida em, si mesmo, ao contrário de nós que dependemos de Sua vontade. O próprio Pai assim o chama em Heb 1:8 - Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de eqüidade é o cetro do teu reino.

 

Quando o homem pecou, tornou-se indigno de contemplá-LO face a face. A Sua glória é tanta que, caso o homem em sua condição pecaminosa o contemple, é fulminado instantaneamente (Êxo 33:20) e para que Ele, então pudesse habitar entre nós, abriu mão de toda a sua divindade (Fil 2:6-8) e então nascer plenamente humano de mãe humana (Luc 1:26-31; Gal 4:4). Embora humano, a Sua concepção fora miraculosa – como Isaque, também o fora – e sobre isto falou-nos Paulo: ...porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade (Col 2:9), mostrando-nos com isto que o espírito que nEle habita é Santo, pois procede do Pai! Verdadeiramente fora (novamente) concebido pelo Pai (João 14:9).

 

Mas, agora nascido de “mulher” estava assumindo a natureza humana criada... e portanto sem poderes sobrenaturais (Heb 2:7). Os homens foram feitos pouco menores que os anjos (Sal 8:5) e então Jesus ao nascer de “mulher” estava, por pouco tempo, também criado menor que os anjos (Heb 2:9), embora continuasse Filho de DEUS. Isto o tornava plenamente humano (Heb 2:14, 17). Assim como eu Ele sofria de todas as minhas deficiências humanas (Mat 4:2; João 19:28; 4:6 cf Mat 26:21; 8:24). Possuía os mesmos sentimentos que por vezes experimentamos ( Mat 9:36; Mar 3:5; Mat 26:38; João 12:27; 11:33, 35; Luc 19:41). E, foi através de Sua vida de oração que demonstrou completa dependência do Pai (Mat 26:39-44; Mar 1:35; 6:46; Luc 5:16; 6:12) e finalmente morreu! (Luc 24:36-43.

 

Como foi possível isto? Ele não era DEUS? E DEUS não é imortal? Como vimos anteriormente, Cristo ao nascer viera sem os Seus atributos divinos e como homem, em carne (natureza humana) pecaminosa como a de Adão, Davi e Maria (Rom 8:3)... Antes, como dissemos, Sua natureza era a de DEUS (divina – João 1:1). Agora, na forma de “servo” voluntariamente abriu mão desta natureza (divina) para assumir a nossa natureza (humana) decaída.

 

Aqui surge uma dificuldade: Como 2ª pessoa de uma trindade (não bíblica) Ele jamais poderia ter esta natureza decaída (João 1:5), não poderia ter sido tentado (Tiago 1:13) e NÂO poderia jamais ter sido morto (Sua morte teria sido apenas uma encenação – uma farsa). E, pior, nunca poderia ter sido exemplo ou modelo para que eu pudesse seguir ou ter esperança (Rom 15:4; 8:21) de um dia vencer e ser liberto! Também, jamais poderia ser o meu intercessor (advogado ou paracleto – I João 2:1); antes Adão sim teria vantagens em relação a nós ou até mesmo a Cristo pois vivia no paraíso, possuía humanidade perfeita – não decaída – e pleno vigor de corpo e mente pois, se alimentava da árvore da vida! Cristo, irmãos, herdou a natureza decaída após “4000 anos de pecados neste planeta amaldiçoado pelo mal” (citação do Livro: Nisto cremos, pág 71 –CPB).

 

Quando então, Cristo assumiu esta natureza decaída (pós queda), ““suportou as conseqüências do pecado, tornou-Se sujeito às enfermidades e fraquezas de semelhante experiência. Sua natureza humana era “rodeadas de fraquezas” (Heb 5:2; Mat 8:17; Isa 53:4). Ele sentiu estas fraquezas. Tinha, pois, necessidades de oferecer, “com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem O podia livrar da morte” (Heb 5:7), identificando-Se desta forma com as necessidades e debilidades tão comuns à humanidade”” – Nisto Cremos, pág 71 – CPB.

 

Porém, irmãos, a Bíblia deixa claro que Ele jamais pecou! E, nisto Ele pode ser exemplo para mim... Cristo sofreu toda sorte de tentação (Heb 4:15) e isto causava-lhe sofrimento extremo (Heb 2:18), mas isto O aperfeiçoava cada vez mais (Heb 2:10) e por isto pode, hoje, interceder por mim diante o Pai pois conhece muito bem o que significa ser tentado por satanás.

 

Aqui cabe uma pergunta: Como Cristo venceu estas tentações? A sua vida ministerial responde: ORAÇÕES!!! Diariamente procurava o Pai em oração e assim obteria poder para resistir à tentações. Desta comunhão com o Pai também obteria todo poder para realizar as miraculosas curas e sinais... Disse Jesus certa vez, aos maravilhados discípulos: Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque eu vou para o Pai; João 14:12. Poder da oração, irmãos!

 

Mas, porque haveria de Cristo nascer como ser humano, destituído de Seus poderes divinos? A Bíblia nos aponta diversos motivos entre eles a de ser o nosso Sumo-Sacerdote ou seja, mediador entre DEUS e o homem e somente um humano poderia conhecer as dificuldades de um humano... Como humano poderia alcançar até o mais indigno ser humano com o Seu exemplo de vida! E Como DEUS não muda (não volta atrás) somente um ser humano poderia “substituir” um ser humano em sua merecida morte (Rom 6:23) pela sua desobediência (transgressão) das orientações de DEUS (Leis divinas representadas pela Lei Moral dos Dez Mandamentos, na figura do fruto proibido).

 

Ao nascer aqui entre nós, Ele veio para exercer um sacerdócio terrestre – trazer Salvação ao morrer em meu lugar (Sal 40:6-8; Heb 10:5-9), nos purificando de Todo o pecado com o Seu sangue (II Cor 5:21; Gal 3:13; I João 1:7 cf I Cor 15:3). E, somente uma morte verdadeiramente literal poderia satisfazer a Lei (satanás sempre cobrou isto de DEUS ao nosso respeito – Apoc 12:10).

 

E quanto à Sua ressurreição? A Bíblia também deixa claro que o Pai foi quem o ressuscitou! E, após a sua ascensão iniciou imediatamente a Sua obra intercessória e até hoje continua a exercer este ministério. Porém sabemos que no fim das 2.300 tardes e manhãs (1844) Cristo iniciou mais um ministério, agora em seu santuário Celestial: o Julgamento Investigativo, ou seja: a separação do Trigo do Joio, das virgens Néscias das Prudentes, dos Bodes dós Cabritos... E, em BREVE virá para nos resgatar deste mundo de pecados. Amém! 

 

Minha Decisão: Creio em Jesus Cristo, o Filho unigênito do Pai e que veio plenamente humano com as mesmas condições de pecar que eu, porém vencendo TODAS as tentações pois diariamente procurava no Pai, poder! Por isto Ele pode ser para mim um modelo a ser seguido!

                                           

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